Minha segunda
máquina de Wimshurst



Abaixo reproduzo algumas fotos de minha segunda máquina de Wimshurst. Ela foi construída para equipar o laboratório de ensino de ciências da Faculdade de biologia da PUCRS (NECBIO). Foi construida com dimensões semelhantes às de minha primeira máquina de Wimshurst.

Depois desta máquina construí uma terceira máquina de Wimshurst com aparencia mais "clássica" e depois uma quarta máquina, esta última usando apenas materiais modernos. Como em tudo o que aprendemos a experiência com estas construções foi permitindo-me melhorar sua aparência e desempenho.
 
Esta segunda máquina tem algumas diferenças construtivas em relação à primeira: As garrafas de Leyden foram implementadas em canos de água, de PVC; os setores são de latão ao invés de alumínio; os eixos giram em buchas torneadas de latão, ao invés de girar diretamente sobre furos feitos na madeira; por fim os neutralizadores são molas de aço bem finas, ao invés de fios finos que se rompem com facilidade. Apesar do maior ruído, esta máquina tem sido usada por alunos com frequencia sem apresentar problemas mecânicos.

Ela é, entretanto, modesta na geração de faíscas. Isto se deve principalmente à qualidade do material usado nos suportes e como dielétrico nas garrafas de leyden, e por causa das perdas por corona causadas por um material irregular e com pontas nos setores. Pude observar que o PVC absorve uma maior quantidade de umidade e portanto apresenta uma menor isolação. Entretanto ela funciona suficientemente bem para o propósito a que se destinou - demonstrar a obtenção de altas tensões através da indução de carga, princípio destas máquinas, em aulas práticas com futuros professores de ciências. Consegui tensões da ordem de 38 - 40 kV kV e correntes da ordem de 6 microamperes.

Assista a um filme com minha máquina em operação clicando aqui.



 
Construção do suporte e Montagem dos eixos e polias inferiores


Montagem dos suportes das garrafas de Leyden e Conjunto de madeira, terminado e envernizado


Discos de acrílico com os "bosses" de teflon montados e detalhe das polias ("Bosses")
 

Conjunto montado e conjunto montado, já com os setores de latão colados no acrílico












Máquina montada.



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